A falta de saúde pública
de qualidade na nossa Rosário acaba de fazer mais uma vítima. Faleceu na manhã
deste sábado (18), um pai de Familia, Raimundo José, Conhecido por Siow Pão, Agente Administrativo da Escola Jayme Tavares em São Simão,, segundo
informações, morreu na clínica da prefeita da cidade, Irlahi Linhares (PMDB).
Esse não é o primeiro
caso de óbitos em hospitais de Rosário. Recentemente, uma criança de 1,8 meses, no hospital SESP da cidade.
É notório que o problema
na saúde do município está um caos. Porém, é necessário que a gestora da cidade
tome alguma providência, antes que mais pessoas morram nos hospitais de
Rosário.
Segundo informações
obtidas com exclusividade, o homem teria dado entrada na sala de urgência da
clinica Nossa Senhora do Rosário, de propriedade da prefeita Irlahi, na sexta, às 16h da tarde, onde foi submetido a administrações de Buscopan,
dipirona e soro, todos intravenoso. A esposa do falecido havia solicitado um
encaminhamento ao médico para levar o paciente (esposo) a São Luis, mas o médico
teria alegado falta de ambulância no momento.
Com o quadro clínico piorando,
o homem foi encaminhado à enfermaria da clínica, onde passou a noite inteira reclamando
de dores e passando muito mal, contudo, não foi trasladado a tempo pela equipe
médica de plantão. Segundo relato da esposa do paciente, quando seu marido
estava passando mal as altas horas da madrugada, ela, desesperada foi chamar o
médico no seu repouso noturno, quando foi surpreendida pela arrogância do
mesmo, que a teria dito que não era para tê-lo incomodado, mas, ter que chamar
a enfermeira primeiro.
Ainda segundo relato, o
médico foi identificado por Dr. Carlos, que somente na manhã de sábado (18),
quando o quadro clínico do paciente já estava critico decidiu encaminhá-lo, mas
antes de seguir para São Luis, o homem morreu na cadeira de rodas, na porta da
clínica aguardando a ambulância. ( que não tinha condições de viajar pois estava suja ainda de sangue).
A indignação dos familiares
para com o médico, é que ele teria feito pouco caso da situação do paciente. Segundo
informações gravadas em áudio, o médico sequer teria visitado o paciente na
enfermaria e, demorou a fazer o traslado do homem que chegou a falecer.
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